Na segunda de carnaval, a EBA puxou o bloco do rock, na Praça da Bandeira, e trouxe novos ares para a folia de momo e os foliões alternativos.
O projeto Olho da Rua deu oportunidade pra galera ouvir, além de frevo, samba e axé music nesse carnaval, o rock'n'roll e música alternativa. Tudo feito de forma independente.
Linha de Tempo
Saímos de Lagarto por volta das 16h34. Fomos direto à capital sergipana. Estacionamos na Praça da Bandeira. Demos um saque na moçada. Encontramos com Hipólito, da Mundo Básico. O DJ terminou seus trabalhos e fomos chamados ao palco. Pedro Cazoy e Jaqueline de Mendonça apareceram. Montamos a batera e passamos o som. Tudo okay. Já era noite. Começamos com No Meu Quintal. Passamos as músicas do disco Apresenta. O segundo bloco teve Zé Geraldo, Baia e Júpiter Maçã. O pessoal gostou. A TV Atalaia apareceu. Fomos tema de matéria pr'o Jornal do Estado. Terminamos com Erasmo. Descemos do palanque. Encontramos uma rapaziada de primeira. Demos um depoimento pra produção da Rua da Cultura. Falamos de Estúdio Box & Azulejo, Carnaval, Olho da Rua. Nos despedimos do pessoal gente fina. Pegamos estrada de volta. Chegamos em Lagarto. E nosso batera foi pegar o resto de carnaval de Simão Dias.
EBA no Olho da Rua
23 de fev. de 2012
palavras-chave: aracaju, carnaval, dia-a-dia, olho da rua, rua da cultura, show
Na rádia, rendeu...
17 de abr. de 2011
Ontem foi um dia cheio... [hehe] do início: então fomos à Rádia cantar e tagarelar - muito mais a última que a primeira. De práxis chegamos atrasados. Não interferiu. Cantamos a abre alas. Mas o mais legal veio depois dela: nossa opinião. Ta rolando desde ontem, também, um Encontro Cultural na cidade, um Encontro. Dentro dele as músicas ouvidas serão as células cancerígenas do Brasil. Apenas a Estúdio Box se defendeu dessa doença crescente e mortífera brasileira e riu disso dentro de um encontro de cultura.
O pior de tudo é que o organizador tava do lado esperando para uma entrevista [hehe]. Ele replicou, de direito, dentro da sua bananada de emoções ele foi reféns das palvras de abriu o jogo:
"A polítca é comercial"
Pensei que nosso modelo grego a política fosse do povo.
"O Ajuntatudo [movimento artístico vanguardista] foi cortado do evento"
Tentando justificar a censura em pleno século vigente.
"A gente bota [bandas] porque o povo pede"
Sem escrúpulos chamando o povo de burro.
"A gente não conhece quem faz música na cidade"
Se rendeu e explicitou a ignorância e incompetência de não saber o que acontece na própria cidade [essa foi o ó].
E tantas outras que é melhor esquecermos por aqui.
O nome do dito cujo é o grande secretário da administração Floriano Peixoto - um grande músico por sinal... um boêmio.
Penso eu que no fundo no fundo ele concorda com a opinião dos verdadeiros artistas... mas há toda uma atmosfera bajulística mascarada na figura de um senhor que de sábio apenas sobrou a vergonha.
Caso Previamente Solucionado
15 de abr. de 2011
Estávamos tomando aquela velha, confortável e amigável breja e comendo o pastel de forno sabor frango mais supervalorizado que eu já vi enquanto avistávamos o baixista da Polayne nos catando de longe. Terra à vista!
Falamos da proposta e ele contrapropostou. Achamos viável. Fechamos negócio.
Então, o caso Procura-se um Baixista está previamente solucionado - pelo menos até as apresentações do SD-OUT (21/05). Estaremos juntos durante a apresentação no Cebolada Cultural do dia 23 de abril. Isso significa que temos uma semana pra ensaios, acertos, consertos e concerto.
palavras-chave: baixista, dia-a-dia, Procura-se um Baixista
Caso Procura-se um Baixista
14 de abr. de 2011
Entre as didáticas II e III da UFS será o ponto confraternário!


