Na rádia, rendeu...

17 de abr. de 2011

Ontem foi um dia cheio... [hehe] do início: então fomos à Rádia cantar e tagarelar - muito mais a última que a primeira. De práxis chegamos atrasados. Não interferiu. Cantamos a abre alas. Mas o mais legal veio depois dela: nossa opinião. Ta rolando desde ontem, também, um Encontro Cultural na cidade, um Encontro. Dentro dele as músicas ouvidas serão as células cancerígenas do Brasil. Apenas a Estúdio Box se defendeu dessa doença crescente e mortífera brasileira e riu disso dentro de um encontro de cultura.

O pior de tudo é que o organizador tava do lado esperando para uma entrevista [hehe]. Ele replicou, de direito, dentro da sua bananada de emoções ele foi reféns das palvras de abriu o jogo:

"A polítca é comercial"
Pensei que nosso modelo grego a política fosse do povo.

"O Ajuntatudo [movimento artístico vanguardista] foi cortado do evento"
Tentando justificar a censura em pleno século vigente.

"A gente bota [bandas] porque o povo pede"
Sem escrúpulos chamando o povo de burro.

"A gente não conhece quem faz música na cidade"
Se rendeu e explicitou a ignorância e incompetência de não saber o que acontece na própria cidade [essa foi o ó].

E tantas outras que é melhor esquecermos por aqui.

O nome do dito cujo é o grande secretário da administração Floriano Peixoto - um grande músico por sinal... um boêmio.

Penso eu que no fundo no fundo ele concorda com a opinião dos verdadeiros artistas... mas há toda uma atmosfera bajulística mascarada na figura de um senhor que de sábio apenas sobrou a vergonha.

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